Maysa Sales
Distribuir palavras talvez possa ser fraqueza e deixa à mostra do inimigo alguma insensatez. Melhor não dizer. Melhor calar-se e mostrar-se sorrateiramente. Deixa assim, o dito pelo não-dito. E ficamos bem.
segunda-feira, 10 de outubro de 2011
Bodas de um então
Mais um encontro... em meio a tantos desencontros. Uma data, uma comemoração, um crescimento. Vivências tardias, o florescer de uma nova manhã. Um coração atento e detalhes instigantes, em negrumes e anis. Quisera, quem sabe, retroceder... outras datas... Salvação. Embriaguez proposital e dilacerante. Há palavras medeadas e um ser em exaustão, que procura e não se encontra. Outro dia, outra esperança, e uma fé sempre persistente. Há vacilos e tropeços e uma vontade intensa de não se deixar ficar. E ir... descalço, pé no chão, queimando-se ao sol, mas no chão. Um vento e uma liberdade, comprada a lágrimas, em dor, em angústia, em humilhação. Acalma-te, coração. Não é preciso se acelerar de novo. O novo se abre, uma nova brisa te refresca, num novo dia que é só TEU.
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