Não sei ao certo o quê nem para quê.
Olhar para a vida é aceitá-la. Aceitar-me.
Os erros, defeitos e erros. Sempre tão ferozes e sempre a devorar-me,
como criança indefesa e como adulta que ainda não me tornei.
Tento contemplar o belo e invisível
para, quem sabe, achar ali o outro lado da minha vida.
Rumos incertos, tropeços conscientes. E obstáculos, calcados e cuidadosamente decorados por mim. Auto-flagelação é a arma do negócio, que ironia.
E nada me vem para continuar. Nem letras, nem frases soltas, nem meus tropeços.
Talvez seja a hora de acabar.
Maysa Sales
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