Depois da fase não-entendo-nada-do-Derrida, não há como não se envolver com essa escritura outra, que nos corrói:
"eu não te peço perdão por ter te traído, ferido, por ter te feito mal, por te ter mentido, por ter perjurado, eu não te peço perdão por um malefício, eu te peço perdão ao contrário por te ter escutado, muito fielmente, por muita fidelidade à fé jurada, e de ter te amado, de te ter preferido, de te ter elegido, ou de me ter deixado eleger por ti, de te ter respondido, de ter dito: ‘eis-me aqui’ – e portanto de ter sacrificado o outro, meu outro outro, meu outro outro como preferência absoluta, o meu, os meus, o melhor do que é o meu, o melhor dos meus [...]”
Jacques Derrida
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